Na semana passada, Sandro Amoroso, servidor público federal que mora em São Borja, Rio Grande do Sul, postou um artigo no jornal Zero Hora de Porto Alegre, entitulado “O churrasco e os gaúchos”.
Paulista da capital, Sandro conta em seu artigo que o churrasco gaúcho é um estelionato, principalmente no Interior, e diz que se come melhor churrasco na cidade de São Paulo. Ainda não comi churrasco na cidade de São Paulo – pois em todas as vezes que fui lá, nunca tive tempo de comer em churrascarias – mas os que foram me contaram que a pessoa que escreveu o artigo tem toda a razão. Segundo o artigo, no interior gaúcho se come um churrasco duro, feito com carne de segunda. Concordo plenamente. Não gosto de comer churrasco em churrascarias do interior por isso, a péssima qualidade do produto mancha a imagem do Estado, além de gerar intensas reclamações dos clientes.
Em entrevista ao mesmo jornal dias depois da publicação, Sandro afirma que o interior gaúcho é carente e tedioso. Mais uma vez, concordo em gênero, número e grau. À exceção de Porto Alegre e da região de Caxias do Sul, o interior como um todo me causa um grande desagrado. E isso pode ser visto nas ruas: falta de opções de lazer, precariedade nos serviços públicos, falta de opções gastronômicas, entre outros fatores. Eu prefiro mil vezes viajar para outros Estados brasileiros ou outros países a viajar para o interior do Rio Grande do Sul.
Como disse, o Interior gaúcho deixa bastante a desejar. Ainda bem que moro em Porto Alegre, mas não pensem que estou satisfeito. Meu objetivo é um dia morar em outro país, bem longe daqui. E este dia, espero que chegue muito antes do que eu imagino!
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